O que é um sistema legado em TI: significado, exemplos e o que o caracteriza
Definição, os cinco sinais que caracterizam, exemplos por tecnologia e os critérios para decidir quando vale modernizar. Por Eduardo Souza.
REFERÊNCIA
Textos técnicos sobre IA proprietária, agentes, sistemas legados e contratação de software. Cada número citado tem fonte aberta e data. Quando não encontramos fonte confiável para um dado, dizemos isso no texto em vez de preencher.
Definição, os cinco sinais que caracterizam, exemplos por tecnologia e os critérios para decidir quando vale modernizar. Por Eduardo Souza.
A diferença entre agente, assistente e chatbot, as quatro peças que um agente precisa e o gate humano antes da ação. Por Marieli de Ávila.
A estrutura da cobrança, os seis multiplicadores que fazem a conta variar e o método para projetar 24 e 36 meses. Por Eduardo Souza.
A metáfora original de 1992, o quadrante de Fowler, os três caminhos de medição e o que a medição automatizada não captura. Por Eduardo Souza.
O que cada caminho resolve, os sete pontos de falha do RAG e o que a licença dos modelos abertos permite. Por Eduardo Souza.
Os artigos da lei que importam, o que a ANPD já decidiu na prática e duas coisas que a LGPD não exige, apesar de dizerem que exige. Por Marieli de Ávila.
A situação oficial da tramitação, as três camadas que já obrigam hoje e o que fazer sem esperar a aprovação. Por Marieli de Ávila.
Quatro termos que não são sinônimos, o que muda tecnicamente e as quatro condições para rodar dentro de casa. Por Marieli de Ávila.
As três opções lado a lado, quatro perguntas sobre o processo e por que fluxo orquestrado resolve a maioria dos casos. Por Marieli de Ávila.
Por que o sistema obsoleto parece o mais econômico do parque, as quatro formas do risco e a triagem de três perguntas. Por Eduardo Souza.
O art. 93 da Lei de Licitações, a norma federal de TIC, o que o TCU diz sobre dependência de fornecedor e o que escrever no edital. Por Eduardo Souza.
O art. 26 da LGPD, a orientação da Secretaria de Governo Digital, cinco usos que não tocam em dado de cidadão e os quatro limites a escrever antes. Por Marieli de Ávila.
Os quatro caminhos de migração e onde cada um falha, os seis problemas na ordem em que aparecem e as três decisões da primeira semana. Por Eduardo Souza.
Os cinco tipos de migração, as cinco linhas onde o custo escapa e por que modernizar vem antes de migrar. Por Eduardo Souza.
Os seis fatores que movem o preço, por que orçamento fechado antes do diagnóstico sai mais caro e sete perguntas para ler uma proposta. Por Eduardo Souza.
O que a documentação oficial de cada um compromete sobre treino, retenção, região de processamento e controle do administrador. Nenhum dos quatro documenta residência no Brasil. Por Marieli Avila.
A conta que decide o dimensionamento: pesos, cache de contexto e quantização. Memória por placa pela especificação do fabricante, e o que a sala precisa suportar. Por Eduardo Souza.
Quatro arranjos possíveis, três perguntas independentes que apontam para um deles, e o que cada arranjo transfere de responsabilidade para a empresa. Por Eduardo Souza.
O filtro de quatro critérios para escolher o primeiro processo, as cinco definições que precisam existir antes de começar e os quatro modos mais comuns de falhar. Por Marieli Avila.
Quando o modelo de fábrica é a escolha certa, quando não é, oito critérios de avaliação e as cláusulas de propriedade do código e transição que decidem o resultado. Por Eduardo Souza.
Traga para o diagnóstico técnico — é para isso que ele serve.
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