A operação não para
O sistema antigo continua no ar durante toda a troca. O usuário final não percebe que o sistema está sendo modernizado — não há “fim de semana da virada” nem dia de risco concentrado.
PRODUTO 02 · POR TECNOLOGIA
Aplicamos o mesmo método em todos os casos. O que muda é o que costuma travar em cada tecnologia — e para onde levamos o sistema.
O que trava: banco acoplado à interface (a regra de negócio mora no formulário), componentes de terceiros descontinuados, relatórios em ferramenta proprietária e integrações antigas por arquivo.
Para onde levamos: web quando o objetivo é acesso remoto e fim da instalação em máquina; C# quando a equipe interna já é .NET; Python quando o destino inclui processamento de dados ou IA.
O que trava: controles ActiveX sem substituto direto, acesso a dados por bibliotecas fora de suporte e código que assume comportamento do Windows antigo. Como fazemos: migração para .NET por módulo, com o VB6 rodando ao lado — o caminho mais previsível.
O que trava: a base cresceu além do que o Access aguenta, várias pessoas usam ao mesmo tempo, e a regra está espalhada entre formulários, macros e consultas. Como fazemos: separamos dado de interface — banco relacional primeiro, interface web depois.
O que trava: dado em arquivos DBF sem integridade referencial, índices corrompidos e lógica que ninguém compila há anos. Como fazemos: a migração de dados vem primeiro, com conferência registro a registro.
O que trava: volume, criticidade e regras acumuladas por décadas. Como fazemos: execução em paralelo obrigatória e substituição progressiva — a virada de uma vez é inviável na prática.
O que trava: ferramentas que geram a interface e a lógica juntas, com pouca separação entre camadas. Como fazemos: extraímos a regra antes de reconstruir a tela, não o contrário.
Para onde levamos: de Oracle Forms para Oracle APEX — hoje o destino mais procurado, e a plataforma que a própria Oracle indica para modernizar Forms, já incluída sem custo adicional de licença nas edições suportadas do Oracle Database.
O que trava: framework fora de suporte, dependências com vulnerabilidade conhecida e servidor que ninguém quer reiniciar. Como fazemos: começamos pela segurança — aqui esse ganho costuma justificar o projeto sozinho.
O que trava: o ERP concentra a regra, mas em volta dele existem sistemas satélites, rotinas em planilha e integrações por troca de arquivo que ninguém documentou — e é nesse contorno que o processo trava, não no núcleo do SAP. Como fazemos: levantamos tudo o que entra e sai do SAP, documentamos cada integração e modernizamos o sistema satélite por partes, sem tocar no núcleo do ERP.
Excel e Access com macro sustentando processo crítico é um legado como qualquer outro — sem controle de versão e sem registro de quem mudou o quê. Como fazemos: entendemos a regra, movemos o dado e reconstruímos por partes.
A troca não acontece de uma vez e nenhum aumento de tráfego é automático: cada ampliação é precedida de decisão humana registrada.
O sistema antigo continua no ar durante toda a troca. O usuário final não percebe que o sistema está sendo modernizado — não há “fim de semana da virada” nem dia de risco concentrado.
A falta de pessoal qualificado é obstáculo para 60,6% das indústrias brasileiras que inovam. Um sistema em tecnologia atual, documentado e com código entregue, é mantido por qualquer equipe de mercado — não por quem sobrou.
Fonte: IBGE, Pesquisa de Inovação Semestral (PINTEC Semestral) 2024, divulgada em setembro de 2025
Se um indicador sair do padrão — erro, tempo de resposta, divergência — o tráfego retorna ao legado imediatamente. Voltar é parte do desenho, não plano de emergência.
Perguntas frequentes sobre migração: prazo, custo, o que acontece com o banco e com os relatórios
No diagnóstico levantamos o que existe e apontamos o caminho de menor risco para o seu caso.
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