O sistema modernizado, por partes
Módulo a módulo, em tecnologia atual, com o restante rodando exatamente como está até a vez dele chegar.
PRODUTO 02
Modernizamos o sistema antigo por partes, com ele no ar e sem interromper a operação. Mantemos 100% das regras de negócio e entregamos o código-fonte, a documentação e a equipe do cliente pronta para manter sozinha.
Módulo a módulo, em tecnologia atual, com o restante rodando exatamente como está até a vez dele chegar.
Inclusive as que ninguém escreveu. O diagnóstico extrai a regra do código antigo antes de qualquer reconstrução.
Arquitetura, regras implementadas e ambiente de execução descritos e entregues. Sem dependência da Avia Hub.
Conferência automática antes e depois, com relatório de divergência que só fecha em zero — ou numa lista que você leu e assinou.
Quem vai manter o sistema aprende a mantê-lo antes de o projeto encerrar.
Cada passo tem retorno garantido ao legado. Nenhuma virada é irreversível.
É o método que usamos em qualquer tecnologia — Delphi, VB6, Access, COBOL, Java antigo. O que muda é o conteúdo de cada etapa.
Levantamento do que existe: arquitetura, banco, integrações, regras de negócio e o que ninguém documentou. Termina em um mapa do sistema, não em uma promessa.
Uma fatia por vez, escolhida por risco e por valor. O restante do sistema continua rodando exatamente como está.
O módulo novo e o legado processam a mesma requisição, e as respostas são comparadas. Divergência é tratada antes de qualquer troca.
O novo assume um percentual do volume por vez, com indicadores acompanhados a cada passo. Se algum sair do padrão, o tráfego volta na hora para o legado.
Código-fonte, documentação e a equipe do cliente apta a manter e evoluir sem depender de quem construiu.
A modernização acontece sem parar a operação: a produção corre por baixo das cinco etapas sem interrupção.
O sistema antigo continua no ar durante toda a troca. O usuário final não percebe que o sistema está sendo modernizado — não há “fim de semana da virada” nem dia de risco concentrado.
Só para manter sistemas existentes, o governo federal americano gasta cerca de 80% de um orçamento anual de TI acima de US$ 100 bilhões, com sistemas críticos de 23 a 60 anos. A mesma proporção aparece em empresa: modernizar é reverter o orçamento para o que gera valor.
Fonte: U.S. Government Accountability Office, relatório GAO-25-107795, julho de 2025
CIOs estimam que o débito técnico vale de 20% a 40% de todo o parque tecnológico, e que de 10% a 20% do orçamento de produtos novos é desviado para lidar com ele. A reengenharia por partes paga essa dívida na ordem que mais devolve.
A falta de pessoal qualificado é obstáculo para 60,6% das indústrias brasileiras que inovam. Um sistema em tecnologia atual, documentado e com código entregue, é mantido por qualquer equipe de mercado — não por quem sobrou.
Fonte: IBGE, Pesquisa de Inovação Semestral (PINTEC Semestral) 2024, divulgada em setembro de 2025
Se um indicador sair do padrão — erro, tempo de resposta, divergência — o tráfego retorna ao legado imediatamente. Voltar é parte do desenho, não plano de emergência.
Um sistema modernizado, com regras documentadas e integrações limpas, é a base sobre a qual a IA proprietária e os agentes de automação passam a rodar. A modernização abre esse caminho.
O que trava, o que entregamos, como funciona e o que isso traz — com os dados públicos de cada fabricante.
BDE descontinuado, virada de Unicode em 2009 e fim de suporte das versões antigas — os três pontos que definem o tamanho do projeto.
IDE sem suporte desde 2008, runtime de 32 bits e controles ActiveX sem substituto direto.
Limite de 2 GB, 255 usuários simultâneos e a regra espalhada entre formulários, macros e consultas.
DBF sem transação nem integridade referencial, e o Visual FoxPro sem suporte desde 2015.
Substituição progressiva com execução em paralelo obrigatória — a virada de uma vez é inviável.
Suporte do Fusion Middleware 12c termina em dezembro de 2026; o APEX já vem no banco, sem licença extra.
Framework fora de suporte e dependência com falha conhecida: o plano começa pelo risco de segurança.
O que trava não é o núcleo do ERP: são os satélites, as planilhas e as integrações por arquivo.
Erro em 94% das planilhas auditadas e limite de linhas que derruba dado sem avisar.
O sistema funciona, ninguém reclama e o custo de manutenção parece estável.
Sistema legado não quer dizer sistema velho, nem sistema ruim.
Um levantamento técnico do que existe, com o mapa do sistema e a ordem de prioridade — mesmo que nada mais seja contratado.
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