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PRODUTO 02 · COBOL E MAINFRAME

Modernizar COBOL e mainframe por substituição progressiva

Volume, criticidade e regras acumuladas por décadas não comportam virada de uma vez. Trabalhamos com execução em paralelo obrigatória e substituição fatia por fatia, com o sistema atual respondendo o tempo todo.

O PONTO DE PARTIDA

O tamanho real do problema, auditado

Dados de auditoria de governo e de pesquisa independente — não estimativa de fornecedor.

79%

Do gasto de TI vai para manter o que já existe

No governo federal dos Estados Unidos, cerca de US$ 83 bilhões dos gastos planejados de TI para 2025 foram destinados a operação e manutenção — não a construir o novo.

Fonte: U.S. Government Accountability Office, relatório GAO-25-107795, julho de 2025

23a 60 anos

É a idade dos sistemas críticos auditados

Os 11 sistemas federais mais críticos custam cerca de US$ 754 milhões por ano só para continuar funcionando; 8 usam linguagens obsoletas e 7 operam com vulnerabilidades conhecidas.

Fonte: U.S. Government Accountability Office, relatório GAO-25-107795, julho de 2025

800bilhões de linhas

De COBOL em produção no mundo

Estimativa de pesquisa independente conduzida pela Vanson Bourne com 1.104 respondentes em 2022 — o COBOL não é resíduo, é infraestrutura ativa.

Fonte: Micro Focus / Vanson Bourne — pesquisa sobre COBOL (2022)

O que trava um parque em COBOL

Volume de código, criticidade do que ele processa e regras acumuladas por décadas — muitas delas sem documentação viva, só no comportamento do programa. A auditoria do GAO registra o outro fator: linguagens com número decrescente de profissionais disponíveis para sustentá-las.

Por isso a virada de uma vez é inviável na prática. O que funciona é substituição progressiva, com o sistema antigo processando junto até que o novo prove, com os mesmos dados, que chega ao mesmo resultado.

O que entregamos

  • Mapa das regras de negócio extraídas do código, em linguagem de negócio, para que a empresa deixe de depender de quem lembra como o programa se comporta.
  • Substituição por fatias, começando pelo que tem mais risco de continuar como está — e não pelo que é mais fácil.
  • Execução em paralelo obrigatória: o módulo novo processa o mesmo lote do antigo e as saídas são comparadas antes de qualquer virada.
  • Caminho de volta testado em cada etapa. Enquanto o paralelo não fecha, o legado continua sendo a fonte da verdade.
  • Código-fonte, documentação e equipe treinada, com a regra registrada fora da cabeça das pessoas.

Como funciona

Inventário e leitura do código

Programas, rotinas em lote, arquivos e integrações. O que ainda é executado, com que frequência e o que já é código morto.

Extração da regra antes de qualquer reescrita

A regra sai do programa para documento revisado por quem entende o negócio. Sem esse passo, a reescrita repete o comportamento sem saber o motivo.

Fatiamento com ordem justificada

A ordem das fatias vai escrita na proposta, com o critério: risco, dependência e valor destravado.

Execução em paralelo, lote a lote

Antigo e novo processam o mesmo dado. Divergência é investigada até a causa — não é arredondada.

Virada gradual e desligamento

O tráfego migra por estágio. O programa antigo só é desligado depois que o novo já respondeu por ele em produção.

O que isso traz para a sua empresa

Traga o sistema para o diagnóstico técnico

Trinta minutos para entender o tamanho da base, as integrações e o que não pode parar. A leitura técnica é entregue mesmo que nada mais seja contratado.

Respondemos em até 1 hora útil. Confirmação no mesmo dia útil.

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