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PRODUTO 02 · ACCESS

Migrar Access para web, para SQL Server ou para MySQL

Separamos o dado da interface: primeiro o banco relacional, depois a interface web. A regra que hoje está espalhada entre formulários, macros e consultas passa a viver em um lugar só.

O PONTO DE PARTIDA

Os limites do Access são publicados pela Microsoft

Quando a base bate no teto, não é falha de quem construiu: é o limite do produto.

2GB

Tamanho máximo do arquivo

O limite vale para o banco inteiro e também para uma única tabela, descontado o espaço dos objetos de sistema. Chegou lá, não cresce mais.

Fonte: Microsoft — Especificações do Access

255

Usuários simultâneos, no máximo

É o número oficial de pessoas que podem abrir o banco ao mesmo tempo. Na prática, a degradação começa muito antes disso.

Fonte: Microsoft — Especificações do Access

32

Índices por tabela

Incluindo os criados automaticamente para relacionamentos — e são 255 campos por tabela. Estrutura que cresce esbarra nesses tetos.

Fonte: Microsoft — Especificações do Access

O que trava um sistema em Access

A base cresceu além do que o arquivo aguenta, várias pessoas usam ao mesmo tempo e a regra de negócio está espalhada entre formulários, macros e consultas — sem controle de versão e sem registro de quem mudou o quê. Acesso remoto é o outro ponto: a própria Microsoft afirma que Access e VPN não se dão bem.

A recomendação de migrar o dado para SQL Server é da Microsoft, e o motivo declarado é exatamente esse: limite de 2 GB e teto de 255 usuários simultâneos.

O que entregamos

  • O banco em SQL Server, PostgreSQL ou MySQL, com o modelo revisto — chaves, índices e integridade referencial de verdade, não convenção de nome.
  • A regra tirada de macro e de formulário e reescrita em camada própria, documentada, com o comportamento conferido caso a caso.
  • Interface web no lugar do arquivo compartilhado em pasta de rede, com acesso por identidade e permissão por perfil.
  • Migração de dados com conferência registro a registro e relatório do que foi convertido, do que foi corrigido e do que ficou de fora — com o motivo.
  • Código-fonte, documentação e equipe treinada ao final do projeto.

Como funciona

Leitura do arquivo como ele está

Tabelas, consultas, formulários, relatórios e macros. Onde está a regra, o que é uso real e o que sobrou de tentativa antiga.

Banco primeiro, interface depois

Movemos o dado para banco relacional antes de mexer na tela — dois riscos separados em vez de somados no mesmo passo.

Conferência da carga

Contagem, soma e amostra registro a registro entre a base antiga e a nova, com relatório assinado antes de qualquer virada.

Interface web por partes

Começando pelo que trava mais gente hoje. O Access continua disponível enquanto as telas novas não cobrem o processo inteiro.

Entrega com autonomia

Código, documentação, permissões e rotina de cópia de segurança que roda com o banco em uso.

O que isso traz para a sua empresa

Traga o sistema para o diagnóstico técnico

Trinta minutos para entender o tamanho da base, as integrações e o que não pode parar. A leitura técnica é entregue mesmo que nada mais seja contratado.

Respondemos em até 1 hora útil. Confirmação no mesmo dia útil.

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