O ERP concentra a regra, mas em volta dele existem sistemas satélites, rotinas em planilha e integrações por troca de arquivo que ninguém documentou — e é nesse contorno que o processo trava, não no núcleo do SAP.
O padrão se repete: uma planilha que recebe extração do ERP e devolve um arquivo; um sistema paralelo que ninguém sabe quem mantém; uma integração feita há anos por alguém que não trabalha mais na empresa. Quando algo diverge, ninguém consegue dizer onde o dado mudou.
Não mexemos no núcleo do ERP. Trabalhamos no que entra, no que sai e no que roda ao lado — que é onde a modernização cabe sem colocar a operação em risco.